Receber, realizar, fazer acontecer

Tive a super oportunidade de receber, nesse último fim de semana, em minha escola e em minha casa a queridíssima Paula Braz, da Cia Xamã Tribal. Conhecemo-nos em junho, quando ela ofereceu um curso introdutório do estilo tribal em minha escola, mas tivemos pouca oportunidade de trocar idéias. Ela fez um show impecável. Combinamos um curso continuado de aprofundamento no tribal fusion, com coreografia para apresentação no nosso espetáculo, no dia 02 de dezembro.
Orçamentos apertados e muita vontade de mexer no cenário artístico fizeram com que nossa reunião fosse ainda mais especial: a Paula ficou aqui em casa, com um bando de gatos alucinados, pêlos por todos os lados e o medo de que a reação dos bichanos resultasse em atitudes anti-sociais. Coisa que só gente muuuuito gente-boa toparia. E foi fantástico! Os gatos se comportaram muitíssimo bem e a Paula, cara, só sendo muito complicado para não querê-la bem. Que moça querida!
Não assisti a toda sua aula (acho indiscreto ficar bicando aula alheia), mas o pouco que vi me capturou. Que elegância! Ouvi a aula e fiquei muito feliz com sua didática, com a necessidade de contextualizar o movimento e a própria dança, coisa que a dança do ventre, em geral, dispensa.
Temos muito, de fato, a aprender com o tribal. Por exemplo, como ser menos caretas, mais integradas, mais interessadas, mais livres e a um só tempo mais disciplinadas. A postura e os isolamentos do tribal são fruto de disciplina e dedicação. A bailarina do ventre não raro acha que tá linda só de fazer um camelinho tremido.
A Paula volta no próximo mês para dar continuidade ao curso. Estou, já, com saudades do sotaque, da doçura e da inteligência dessa moça.

6 comentários sobre “Receber, realizar, fazer acontecer

  1. Eu já a vi dançar ao vivo. Ela é fantástica. E, sim, temos MUITO que aprender com as tribalistas. Dedicação é uma das muitas coisas.

  2. A Paula é dessas moças talentosas que dançam pra valer. A performance dela já é para nós um aprendizado. Em agradecimento à sua presença em BsB, incluí na coreo de minhas alunas um movimento de uma apresentação dela. Eu falo “Paula Braz, meninas” e elas já sabem o que fazer! Fofas!

  3. Minhas idas para Brasília e as pessoas queridas com quem tive a honra de conviver nesta cidade, principalmente Roberta e Alexandre, foram o meu saldo positivo do ano de 2010. Esses feedbacks (Liz é tão querida…) me motivam a continuar caminhando e sobretudo, acreditando.
    O que dizer? Grata, grata, grata…

    Ro, amo vc, genuinamente.

  4. Sou bailarina de Dança do Ventre há 8 anos e há 2 anos passei a estudar o Tribal com a Paula Braz…Ela é realmete incrível!!! Além de ser uma ótima profissional, é uma pessoa muito especial!!!
    Algumas bailarinas dizem que o Tribal não tem o ” glamur” da dança do ventre…Eu digo que no Tribal o brilho vem de dentro da bailarina e não do traje que ela veste!!!
    Parabéns por seu trabalho Roberta!!!

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