Shit-list

L7 – Shitlist

When i get mad and i get pissed
I grab my pen and i write out a list
Of all the people that won’t be missed
You’ve made my shitlist

For all the ones who bum me out
Shitlist
For all the ones who fill my head with doubt
Shitlist
For all the squares who get me pissed
Shitlist
You’ve made my shitlist

Shitlist
Shitlist

Há quatro anos e meio mantenho este blog. Creio que nunca me dediquei a traduzir o título. Um dos meus defeitos é julgar que meu interlocutor é familiarizado com meu universo. Defeito esse que vem se mostrado bastante complicado e doloroso. Bom, “yallah” quer dizer “vamos lá!”, “vamos nessa!”. Começou lá no uol, sem o “h” do título e com três exclamações. Quando não havia blogs com conteúdo crítico sobre dança do ventre. E os textos em língua portuguesa resumiam-se benefícios aleatórios e elocubrações sobre origem da dança e signficado das cores e acessórios. Eu, pelo menos, não conhecia nenhum blog crítico. E queria mesmo chamar as pessoas para brincar com reflexões sobre a dança. Mesmo com as palhaçadas, as listinhas, as ranhetices, as diquinhas tontas, o objetivo era levar a dança para o campo da escrita e da leitura.

À medida que fui amadurecendo, meus textos também se fecharam um pouco mais. Vi que talvez fosse importante ser mais didática, menos pedante. Minha perspectiva sobre a dança também mudou. Sinto-me livre para experimentar estéticas diferentes e tecer comentários sobre as variações da dança, mesmo as que não aprecio. Essencialmente, no entanto, sou a mesma. Um pouco mais séria e taciturna.

O melhor resultado desse blog tem sido algumas amizades importantes para mim; a Samara sendo a mais sólida delas. Amizade que já passou por briga e se levantou firme e soberana. Esse tipo de coisa define o vínculo, na minha opinião. Amiga que é amiga agüenta uma briga. E a Samy ficou. Uma menina cujos olhos nunca mirei, mas com quem compartilho absolutamente todas as minhas impressões sobre o meio da dança sem medo. Lory, Débora, Ângela, Camilla, Vivi, Karima. Converso pouquíssimo com elas, mas sinto aquela sensação aconchegante de familiaridade quando vejo seus nomes e suas fotos na telinha. Um grupo de mulheres que conheci através do blog. E agradeço muito o momento em que decidi pôr os pés no campo virtual por tecer essa rede humilde, mas real.

O resultado desagradável do blog, no entanto, tem me chateado. Sei escrever e isso basta para me confundirem e usarem textos alheios para atiçar gente menos ilustrada contra mim. Como se nunca qualquer mulher tivesse a capacidade de redigir bem, fiquei sabendo de alguns textos atribuídos a mim e que magoaram gente que nem me conhece e me culpa por suas dores. Isso é um dos itens da minha shit-list. Nada contra alcunhas; só que assino meus textos. E tem uma foto minha bem ali, ó. O photoshop só uniformizou o pano de fundo. Minha cara é aquela mesma. Meus textos têm nome e sobrenome. Por que eu escreveria algo anonimamente?

E, mesmo tendo a consciência tranqüila de nunca ter chochado ninguém ou feito críticas levianas, soube de uma profissional reconhecida que me descascou porque eu teria falado mal dela no meu blog e bla bla bla e que tal coisa gerou tal problema e bla bla bla. Quando ouço esse tipo de conteúdo, penso uma miríade de coisinhas: a) bom, o blog me tirou mesmo do anonimato; b) como falam dos outros essas pessoas da dança do ventre, hein? c) eu falei mal dessa pessoa? d) não, nunca falei mal dessa pessoa, certeza absoluta; e) foi porque falei do acessório que ela usa?; f) não pode ser isso, não é possível alguém ser tão melindrosa assim; g) critiquei forte alguém que era próximo dela, assumo; h) mas, em uma conversa recente com ela, não deixei claro isso? h) será que a opinião dela mudou?; i) ah, deixa isso pra lá.

So on and so forth

E já recebi vários comentários raivosos, já fui apedrejada no orkut, já recebi e-mails purulentos, já soube de insultos vários e cutucadas desagradáveis. O último foi no post sobre a entrevista da Jade. E muita gente me dando mil conselhos e me mandando tomar cuidado. Isso me cansa muito. Porque, em primeiro lugar, sou feminista declarada. Sou amiga das mulheres. Não gosto de falar mal de mulher. Em segundo, eu amo a dança do ventre. Dedico-me a ela. Não desgosto de pessoas porque a dança dela segue uma linha tal. Não desgosto de pessoas que trabalham em um lugar por não concordar com a política da casa. Não, minha gente, vocês não entenderam.

Devo mesmo ser um corpo estranho na dança profissional. Agora tem pintado alguns blogs críticos mais jovens, como o da Luanna, o da Ket e o da Elaine. Dá um alívio tremendo.

Vejo minhas alunas. Tantas meninas inteligentes, descoladas e bem-formadas. Gente alfabetizada, sabe como é? Mas não dançam profissionalmente, não estão nesse mercado. E fico torcendo para aumentar o contingente de gente pensante e crítica na dança. Porque te contar, viu? Tentar pensar sozinha é uma merde.

Desde menina fui bastante segura em tudo que dizia, escrevia ou atuava. Isso me rendeu algumas antipatias. Na cidade de interior onde cresci, minhas atitudes não eram muito bem aceitas. Adolesci recebendo reprimendas e ouvindo que eu era “problemática”. Bom, pelo menos eu fui a única “problemática” da minha turma de segundo grau que atualmente faz um doutorado em um departamento conceituado e que não engravidou antes dos 25. Sou “problemática” porque leio mais que a média e incorporei um olhar que filtra parte das informações que recebo. Porque retorno minhas impressões para quem estiver interessado em ouvir. Calhou dessa menina “problemática” gostar de dança do ventre. Que lástima! Sinto muito, mundinho bellydance, eu faço parte. Danço, sou professora e dona de estúdio. Não precisa me engolir, ler, comentar, aceitar contratos. Mas é bom saber que tenho voz e me faço ouvir.

Minha shit-list*

1. Bailarina cabecinha;

2. Bailarina fofoqueira;

3. Bailarina retardada**

4. Bailarina careta

5. Bailarina machista

*porque, gata, eu até me acalmo, mas, como disse, essencialmente, sou a mesma figura ranzinza, desde criança.

** É uma metáfora. Refiro-me às dançarinas do ventre que não sabem interpretar um texto, que são literais e que escrevem “como fas pra dansar dansa do ventre, MiGuXaaaa, te DoLuuuuu?”

Anúncios

21 comentários sobre “Shit-list

  1. Roberta, quando a gente abre a boca, a gente corre riscos.
    O maior deles, é de ser mal entendida. Mas, não é o pior! O pior risco minha querida, é a MEDIOCRIDADE. É abrir a boca pra falar o que não vem do coração, o que não é da alma, o que não pertence! E este risco, minha querida, você não corre, de jeito nenhum!
    Portanto, respire seis vezes, encoste a mão no peito, escute o palpitar do seu coração. ISSO SIM, é arriscado: estar viva, por dentro e por fora, ter um peito que fala alto – pra dançar, pra escrever, pra ser você!
    Deixe sua shit list pra lá, tenha compaixão destas almas penadas – que vivem de abrir a boca pra falar coisas alheias – e arrebanhe estas outras – nós! – almas sedentas de alegria, de dança, de gente feita de verdades, de carnes e ossos! (mesmo que virtuais!) – beijon

  2. Querida Roberta, te leio há ânuuus, embora não marque presença aqui no teu blog, então não me conheces. Sou tímida.
    Só que a vida me colocou esse ano bem pertinho de uma pessoa linda chamada Sam, e fui obrigada a te citar para ela, e então… descobri que eu e ela temos uma “ídola” em comum.
    Teus textos me fazem refletir, me revoltar com algumas coisas, me reconciliar com outras, e o que é mais importante: me fazem rir muito.
    Por conta disso, me alegro em dias como hoje, quando eu abro o Yalla e vejo um texto novo, e fico puta quando deparo com o último que li…
    pois é, já me dei essa intimidade contigo.
    Por essas e outras, por favor, não deixe de escrever.
    A propósito, és sempre bem vinda em Porto Alegre, viu?

    Eba! Amiga da Samy é amiga minha. Bora tomar um chimarrão (mornim, de preferência)!
    Beijos

    Karine

  3. Antes de mais nada: marida, também te amo muito, viu? Tu me emocionaste um bocado com esse post.

    E tem muita fofoca que eu nem fiquei sabendo, hein? Um dia você me conta. Pelo menos o nome da grande profissional que anda botando a boca em ti.

    Beijo grande.

    Já disse que te amo?

    Conto. Ihhh, tenho uma trenheira pra te contar! A novidade é um processo bizarro. Vivendo e ficando sabendo… ^_^

  4. Ai, Rô, não sei qual é o nível das baixarias que rolaram, mas eu acho é bom esse tipo de coisa acontecer. Isso significa que tem gente ouvindo o que deveria ouvir e que não gostaria de ouvir.

    O seu trabalho e a sua pessoa apareceram no momento certo e no veículo certo 🙂 Creio que muita gente estava interessada na Dança do Ventre e sem saber muito bem por onde ir – e, puf! apareceu o Yalla(h). Esse blog é desses raros casos de pessoa certa na hora certa e que conseguiu unir pessoas afins.

    Sobre as críticas e perseguições… A coisa é tão esquizofrênica que a mulherada não olha pro seu próprio umbigo ou pra sua própria sala de aula (ou pro seu próprio fluxo de caixa… :P) pra concluir que os questionamentos talvez não estejam saindo apenas do seu teclado.

    Você participou da minha primeira experiência de “pesquisadora”, foi super paciente e generosa comigo 🙂 Abriu minha cabeça pra dança do ventre, pra outros olhares e questionamentos. E tudo isso começou por esse blog!

    Escreva, escreva, escreva!

    Beijãozão!

    Lailex,
    de fato, nego inventa uma escritora maldita e esquece que as pessoas, mesmo as que não se expressam por escrito, também se cansam e se perturbam com as picuinhas.
    Falando nisss… bora se ver? Tomar um sorvete firmeza?

  5. Rô,

    Lembra do que vc me disse quando me viu de saco cheio por causa de fofocas e picuinhas nascidas após o blog? “Lu, relaxa, deixa isso pra lá?” Pois é, digo isso pra vc agora agorinha, por que vc e suas idéias e palavras são muito maiores que qualquer marmelada que as pessoas tentem fazer.

    Eu adoooro seu blog, mesmo que nem sempre nossas opiniões batam. Vc escreve muito bem, é inteligente, crítica, exigente e séria. Isso é o MÁXIMO girl, só que as gentinhas comuns normalmente não curtem pessoas com personalidade.

    Combater ou ignorar a mediocridade e a covardia são os desafios que pessoas como vc têm na vida. A maioria prefere ficar em cima do muro morgando…

    You rocks

    Obrigada, gatíssima. É que tem hora que dá uma canseira… Quanto às nossas opiniões, de fato não costumam combinar. O que acho ótimo. Senão vira panelinha e perde a graça. Né não? Muuuuita vontade de te conhecer ao vivo, trocar impressões, rir contigo.
    Beijo. Você também quebra tudo!

  6. Oi, Roberta. Tudo certinho? Olha, teu texto mexeu comigo de alguma forma, então vamos aos comments… como vc sabe, não pertenço ao mundo profissional da dança, nunca quis isso para mim por não me identificar com o meio. Hoje em dia me posto mais como apreciadora crítica e estudiosa… apaixonada pela dança apesar de todos os percalços. O tempo passa e vou virando uma colecionadora de histórias, algumas que nem as “profissionais” novas conhecem. Sei de gente que subiu, gente que desceu. Este é um ramo em que pessoas aparecem e somem com uma grande facilidade. Não sou mística, não atribuo a isso nenhuma força oculta. O problema é incompetência mesmo. O teu blogue mudou? Mudou. Confesso que preferia o formato antigo. Eu me identificava mais, vai ver porque você ainda não era profissional, então sentia uma certa “sintonia” com as suas impressões “de fora” do palco. Aprendi bastante com você e acho que muita gente aprendeu, mas não confessa. Não posso falar de você como pessoa ou do seu trabalho como professora, já que não te conheço fora do virtual, mas acho que aqui na internet o seu papel foi (é, está sendo) bastante importante e bacana também. O que eu vejo (olhar distante, o meu) é que a dança do ventre é um nicho cascudo, arredio, ruim de pegar com mão… em geral são pessoas muito voltadas para o próprio ventre (em todos os sentidos – para a sua dança do ventre, o seu estilo exclusivamente crendo que o resto todo deve ser descartado), que pensam que o mundo esta a girar em volta delas. Todo artista de verdade deveria estar preparado para ouvir críticas porque de outra forma não dá para ajeitar as coisas. Está na hora das profissionais de dança do ventre acabarem com essa atitude cômoda de achar que toda crítica é perseguição. Por conta disso, olhamos para todos os lados e só vemos amadorismo. O Yalla é o único blog de dança do ventre que eu leio. Infelizmente os outros que vejo por aí não têm conteúdo que me interessa. Com todo respeito, claro (não ME interessam, mas devem interessar a muita gente, então tomara que fiquem no ar). Continue fazendo as suas críticas sem medo de ser feliz. Somos seres pensantes. Temos em nossa caixa crâniana cérebro e não lantejoulas. Um abraço.

    Gatona,
    o lance de ser profissional é muito relativo. Também nunca tive planos de me apresentar, dar aulas etc. Fui indo, a professora passou uma turma, gostei do negócio, fui me especializando e tô aí. Comecei o blog quando já dava aulas e me apresentava com cachê. Se isso define uma profissional, eu já estava então no mercado quando a coisa começou. A mudança do blog começou a rolar com um amadurecimento pessoal mesmo. Quando vejo que dizer que tal roupa é feia melindra gente. Daí comecei a pisar mais macio, por respeito mesmo e por não querer briga. Sei lá, estou menos beligerante, não quero confusão. Sacomé? O que não quer dizer que fico calada quando acho que algo deve ser exposto.
    Beijim.

  7. OI Ro td bem?
    Olha .. não sei se vc citou meu nome e realmente era eu mas, enfim mulher acho que vc não tem idéia da revolução que vc fez através deste blog…. claro.. uma conjunção de fatores ajudaram essa “pseudo-revolução” mas.. contribuiu sim para a cena!!
    O meu blog é farofa autopromoção rs…. assim como muitos mas seu blog fez reunir pessoas que compartilham de bellydance libertária, de gente que pensa (ou ao menos pensa que pensa rs..) e eu gosto e compartilho de muitas de suas opiniões que, muitas vezes nós aqui de SP não podemos nos expor em publicamente senão vc sabe né? Retaliação.
    Enfim só queria dizer que de uma maneira ou de outra vc fez história!!!
    e vc sabe.. qdo vier para SP me visite.. lugar já tem .. bjokas

    É tu mesmo, gatona. E visito sim.
    Essa parada da retaliação rola mesmo. Que preguiça… Povo perde oportunidades boas com briguinhas tontas.

  8. Estou pela primeira vez em seu blog… e adorei a sua sinceridade! Ótimos textos… voltarei sempre…

    Obrigada!

    Ah, pena você ter chegado no momento deprê. O bão é que já passou e tô pronta pra outra.

  9. Tem quantos anos que eu te leio? 3 anos?

    Que bom que existe vc , fiota. Quantas vezes não fiz coro com vc, nos protestos e brabezas com o nosso mundinho de miçangas?

    Tens o meu apoio, bem sabes.

    Aos que não compreendem as palavras da dona deste blog, um recado. Saber ler e escrever é uma coisa. Saber fazer uso da língua portuguesa é outra, bem diferente. Achar que uma Bailarina (isso, com B maiúsculo) se faz apenas de aulas, meia dúzia de workshops e “dom” – e dom é algo que eu, como profissional da educação não acredito, diga-se de passagem; é engano, ingenuidade.

    Ro, vc é necessária. E tamos aí.

    Adoro vc. Beijos e um abraço bem apertado.

    Valeu, queridíssima!
    Preciso ir aí pegar um solzim e te dar um abraço de agradecimento. Suas palavras foram muito importantes messs. Também não acredito nessa do dom. Acredito em estudo e dedicação.

  10. Só tenho que reiterar tudo que já disseram aí.

    Não sei se eu te disse, mas eu só fui atrás de você pra aprender a dançar por causa do seu blog, de tudo que você escrevia e de como se comportava no mundo, sem se achar uma “deusa” só porque sabia dança do ventre.
    Eu queria ter aula com uma mulher comum, que dançasse maravilhosamente, mas que tivesse celulite, que nem eu.
    Foi 1 ano lendo o seu blog até decidir ir pra aula.

    Acho que ninguém chuta cachorro morto.
    E quem é diferente sempre incomoda nessa sociedade de produção em massa.
    O que é diferente é descartado. Eu e você sabemos disso.
    Então não se intimide com esse povinho cabecinha, bailarinas tipo latinha-de-sopa-campbell´s. São todas iguais e com um pensamento muito babaca.
    Como já disseram aí, você é necessária. Às que pensam e vivem a dança de uma forma diferente.

    O negócio é seguir a filosofia do cavalo do 7 de setembro: cagando, andando e sendo aplaudido.
    =D

    Pat,
    já te disse essa semana o quanto eu te amo?

  11. Acho que já comentei isso uma vez aqui, mas não faz mal repetir.

    Você e o Yallah são parte da bailarina que sou até o momento. Como? Quase dois meses depois de ter começado a dançar achei teu cantinho na net e devorei todos os posts, ainda lá no endereço antigo. E depois me mantive atualizada em relação à ele. A medida que ia evoluindo, lia tuas palavras e elas me ajudavam nas duvidas ou me faziam chegar na aula e questionar alguns pontos… Assimilei algumas das tua opiniões ou formei outras contrárias ao pensar nos assuntos em ‘pauta’.
    E acho que o Arabesque surgiu da minha vontade de ‘falar como você’, ou ter coragem para isso.

    Tenho uma admiração muito grande por tí e o Yallah é um dos cantos que mais amo e considero na net.
    Não sei se te adianta, mas da minha parte, por favor continue fazendo-se ouvir!

    A Arte agradece.

    beijos
    Ket

  12. Vou ser bem chata e perguntar: vc não vai continuar aquele post sobre shaabi/baladi/música que parou ha um tempo?
    Adorei… e vc disse que haveria uma continuação xD [chata que adora aprender!]

    Uma hora continuo sim. É que vem um monte de idéia na cachola e pouca disposição para sentar e batucar o teclado. Guenta aí!
    ^_^

  13. ai,ai,ai… tá vendo? quando te falo que pensar dá trabalho é justamente “com fulcro” em observações. o fato é que o povo que te lê é o povo que curte se exercitar pensando. Cérebro oxigenado alonga a coluna e o movimento sai soft-soft… hahahahahha!

  14. OI ROBERTA
    ACHO QUE MAIS IMPORTANTE QUE FALAR QUE O VOCÊ FAZ É IMPORTANTE E BLABLABLA POR QUE É (ANTES EU IA NAS AULAS E PENSAVA GENTE SERÁ QUE ESSE POVO ANTES VAI PRO BANHEIRO E VOMITA O ENCEFALO?! POR QUE NÃO É POSSIVEL SERÁ QUE EU ESTOU NUM MUNDO PARALELO EM QUE EU ME VEJO UMA “MULHER ADULTA” E ENXERGO AS OUTRAS ASSIM MAS EI QUE NO MUNDO ALEM DA IMAGINAÇÃO DERREPENTE SÃO UM BANDO DE MENININHAS DE 6 ANOS MIMADAS QUE FECHAM A CARA E SE JUNTAM EM TURMINHA E VAI FAZER VOCÊ SE ARREPENDER DE NÃO FAZER PARTE DO MUNDO DAS BARBIES LEMBRE-SE AS BARBIES NÃO SÃO FELIZES ELAS SÓ FICAM COM AQUELE SORRISO PRÓPRIO DAS BARBIES PORQUE A MATEL FABRICA ELAS ASSIM, OS BOB´S NÃO GOSTAM DELAS POR QUE TEM SEMPRE UMA MAIS NOVA E GOSTOSA NO LANÇAMENTO DO ANO POIS PRODUTO INFELIZMENTE É ASSIM; E SER HUMANO É OUTRA COISA IMPLICA EM USAR AQUILO QUE ESTA ACIMA DO PESCOÇO CARAMBA VIAJEI PRA ENCURTAR UM CARA QUE CONHEÇO SEMPRE FALA UMA COISA QUE CONCORDO: – OLHA PARA A CARA DA CONDENADA E PENSA : É COM ESSA CABEÇA QUE ELA FICA AS 24 HRS DO DIA OS 365 DIAS DO ANO SE ATORMENTANDO E ASSIM ELA VAI MORRER OS 5 MINUTOS OU HORAS QUE SEJAM QUANDO VOCE ESTA COM ELA NÃO É NADA COMPARAVEL A TER QUE VIVER TODA UMA EXISTÊNCIA EM UM MUNDO TÃO MESQUINHO E UMA VISÃO TÃO CURTA ISTO TEM UM PREÇO QUE PAGAMOS APENAS QUANDO NÃO ESTAMOS JUNTO DE ALGUÉM MAS SOZINHOS” GARANTO QUE A ROBERTA QUANDO ESTA SÓ APRECIA MUITO SUA PRÓPRIA COMPANHIA E TENTA PRODUZIR ALGO COM REAL VALOR QUE OS OUTROS ENXERGAM O QUE NÃO SE PODE DIZER DE QUEM APRECIA COLOIOS E JOGUINHOS

  15. Fora a emoção de estar listada aqui , fala sériooooooooooooooo !!!!
    Mas a melhor mesmo é frase :“como fas pra dansar dansa do ventre, MiGuXaaaa, te DoLuuuuu?” Esse tipo compra quatrocentos dvd´s , manda fazer roupinha , faz três aulinhas e acha que tá pronta como bailarina e PROFESSORA !!!
    Socorro , para o mundo que eu quero descer direto pro Planeta Yallah !!!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s