Cá estamos

Novo blog para um novo ano. Tem novidade demais para o bloguinho véio, coitado. Que nem aguenta mais foto. Esse lugar aqui parece bem limpinho. Caí dentro sem dó nem pena. Assim se supõe uma mudança, né? Sem mineirice.

Recebi meus livros. Tem rolado umas produções novas sobre dança árabe/ persa/ grega. Essa coisa é difícil de definir, de acordo com os autores que ando lendo. Dizem que a dança não é árabe. Sei não, vou concluir depois. Os livros que comprei são os seguintes:

1. “Belly Dance: transnationalism, orientalism and haren fantasy“, organizado por Anthony Shay e Barbara Sellers-Young. Estou lendo o terceiro artigo. Passei alguma raivinha com o primeiro, mas comento com mais calma depois. A impressão geral é de um livro mal editado pra chuchu. Sem revisão, descuidado. Apresenta errinhos primários de copidesque.

2. “Dancing Fear and Desire. Race, sexuality and Imperial Politics in Middle Eastern Dance“, do grego cipriota Stavros Stavrou Karayanni. Uh, o título promete! A edição me pareceu mais cuidadosa. Um capítulo deste livro aparece no livro de Shay e Sellers-Young. A capa é maravilhosa e sugere a limitação política do gênero da dança do ventre.

3. “Covering Islam“, do Edward Said. Crássico. Tem que ler.

E pedi também o “Baladi women from Cairo“, mas não chegou. Chegará.

Tô lendo devagar. Tentando ficar mais sabida. Porque vou te contar: ô historinha complicada essa da dança do ventre.

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14 comentários sobre “Cá estamos

  1. Feliz casa nova! Ficou muito bonitinha. Menina, só você mesmo para ter paciência de ler essa livraiada toda e tentar entender o “mistééééério” da história da dança. Boa sorte!

  2. Oi, roberta. Obrigada por compartilhar suas fontes bibliográficas. Havia visto algumas delas na internet, mas não li nenhuma opinião mais ou menos confiável. Vai ser legal se puder contar o que achou de cada um. Abraços e boa sorte na “casa” nova!

  3. Ket, Lory, Lailex,
    valeu!
    * * *
    Lívia,
    sim, temos que compartilhar. Depois que terminar os livros, prometo uma resenhinha mais responsável (já estou pensando em uma resenha de verdade, mas faço um troço mais leve por aqui). De todo modo, pode comprar os dois, porque têm informações bem relevantes.
    Beijos!
    * * *
    Samy,
    alguém tem que fazer o trabalho sujo, né não?
    Um cheiro!
    E ó, tô de vez em quando no gmail, mas fico mocada. Manda um email quando estiver online!

  4. Oi!
    Cheguei ao seu blog pesquisando pelo google, queria ver o que aparecia com o nome do Stavros, que é amigo pessoal da minha cunhada. Eu vi uma entrevista muito bacana dele num canal de tv frances, chamado Arte, em que aparece um trechinho dele dancando. Pelo que sei, Stavros é extremamente caprichoso em tudo o que faz, além de ser um gentleman! (Só um pitaquinho, ele é cipriota.) Espero que goste do livro!

  5. Camila,
    que bacanérrimo seu comentário. Vou procurar falar um pouco contigo. Tô lendo o livro. Muita informação preciosa!
    E tinha sacado que era cipriota quando comecei a ler – por sinal, ponto muitíssimo importante na narrativa dele. Só não tinha corrigido ainda. Agora tá tudo nos conformes. Valeu!

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