Correria

By Roberta Salgueiro

Tanta coisa gostaria de compartilhar, mas pouquíssimo tempo para sentar frente ao computador e fazer outra coisa que não seja planejar espetáculo e fuçar leis, jurisprudências e contratos (é, minha gente, o bicho andou pegando).

Estou planejando o espetáculo de minha escola, ensaiando minhas alunas e tratando de organizar tudo. É cansativo montar esse tipo de evento. Quando apenas dançamos, não imaginamos a gigantesca energia física e mental que é envolvida.

Volto aqui logo, logo com mais conteúdo.

Por enquanto, deixo para (cof, cof… haaaam) inspiração esse mavioso vídeo enviado pela Lory:

Vamos lá:

7 Respostas para “Correria”

  1. Sacerdotisa Disse:

    Olha… (vixi)… tirando os saltinhos de Saiidi que achei bem delicados, todo o resto é muito ruim, PRINCIPALMENTE as pernas abertíssimas no estilo Carla Perez. Deusulivre.

  2. Maíra Disse:

    Ai… nào sei o que votar. Tem várias coisas que eu poderia opinar.. A que mais me chamou a atençào agora é que:
    Nós costumamos ter uma relaçào bem séria com a dança. Isso é bom, mas pode também nào ser.. Dependendo do contexto, a dança dela pode ser vista como bem-humorada, diferente, brega… Nós também temos aqui nossos expoentes do brega, não tanto na dança, mas muito na música. É uma brincadeira que nos permitimos fazer com nossa própria cultura. Se a moçoila for “árabe”…, acho que ela tem muito mais propriedade pra fazer um trem desse do que a gente tem para criticar. É da cultura dela, e nesse contexto, eu acho válido. Nào penso que nós ocidentais desfrutemos desse mesmo “privilegio” de poder brincar tanto, sem cair no ridículo. O público terá, inevitavelmente, outro olhar. Eu nào faria uma performance dessas. Mas não posso fechar meus olhos para a realidade de que sào universos completamente diferentes, esse nosso e o deles lá. Quem nunca se deliciou com a Marisa Otrth e sua banda Vexame, ou com o Falcào, que atire a primeira pedra. Eu prefiro rir junto. O difícil é entender essas sutilezas na cultura alheia…
    Agora, se ela estiver em outra parte do mundo.. apaga aí o que eu escrevi.
    Bjs,

  3. Vera Disse:

    Gente, ces não entenderam, a moça é uma linda flor que saiu de um buquê (embrulhado em papel alumínio?) e desabrochou então para a vida através da dança… Deve estar tentando inovar com certeza; fazer o que se lhe falta senso estético? Oh, dó!

  4. VIVIANE Disse:

    HAHAHAHAHAHA DESTE JEITO QUEM TOMA REMEDIO CONTROLADO VAI ACHAR QUE ESQUECEU OU ELE PAROU DE FAZER EFEITO, NÃO DÁ OU A GENTE RESPIRA OU CAI NA GARGALHADA ESTA APRESENTAÇÃO É UM CRIME PERFEITO!!!!!NEM HITCHCOCK PENSARIA DESCUPA AS PIADAS MAS EU CHOREI DE TANTO RIR

  5. Marcela Disse:

    Definitivamente, ela não tem amigas que dessem um toque, só uma comentariozinho, tipo “oi, vai ficar péssimo, essa não é uma das suas melhores idéias, você ficará conhecida para sempre como ‘florzinha ridícula’”. Sem palavras para isso…

  6. Iris Disse:

    num to crendo que isso tah virando moda.
    gente eu vi isso ao vivo naquele evento do Luxor no ano passado!!!
    Tinha uma argentina que dança no egito (esqueci o nome e tô cum preguiça de procurar) que entrou vestida de flor. kkkk mas era mais produzido, parecia uma alegoria do joaozinho trinta e era uma flor só! e (kkkk) ela ia tirando pétala por petala da flor com uma cara sexy de vampira
    cara deu pra sentir o medo das pessoas na plateia, foi muito inesperado!
    olha depois nos works ela comentou de um monte de outras doideras que ela fazia e que tem que fazer isso inovar, meninas! acho que faz sucesso no egito! e agora que vi essa parecida…concordo com alguem que escreveu acima. é outra cultura, outro parametro de ridiculo. Pra nossa é ridiculo!
    bjbj

  7. Cly Disse:

    O pior é que ela tah amarradona no que tah fazendo… minhas amigas diriam: vc vai dançar enrolada numa camisa de força??? kkkkk

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